- Por que a hidráulica muda de um segmento para outro?
- O componente é o mesmo, o ambiente não. Uma unidade hidráulica em siderurgia convive com calor radiante e carepa; na indústria alimentícia, onde há risco de contato incidental, costuma exigir fluido de grau alimentício (H1) e vedações compatíveis com limpeza química; em mineração, enfrenta poeira abrasiva e ciclos de choque. O projeto do sistema — filtragem, vedação, fluido e plano de manutenção — muda conforme o ambiente, mesmo quando a bomba é idêntica.
- Vocês atendem outros segmentos além dos listados?
- Sim. Os segmentos com página própria são os mais comuns em hidráulica industrial, mas podemos avaliar outras operações com sistema hidráulico — como automotivo, cimento, borracha, vidro e movimentação de carga —, confirmando a viabilidade do serviço caso a caso.
- A manutenção pode ser feita sem parar a linha de produção?
- Parcialmente. Inspeções, análise de óleo, medição de pressão e termografia são feitas com a máquina em operação. Reparos que exigem abrir o circuito precisam de parada, mas podem ser programados para janelas de menor impacto — é exatamente esse o objetivo de um plano de manutenção preventiva: transformar parada não programada em parada programada.
- Como é feito o levantamento inicial em uma planta nova?
- Quando combinado, visitamos a planta, mapeamos os sistemas hidráulicos críticos, verificamos o estado do fluido e a criticidade de cada equipamento para a produção. A partir disso sugerimos o plano de manutenção e a lista de peças sobressalentes que vale a pena o cliente manter na própria planta — priorizando os componentes cuja falha para a linha.