Bomba hidráulica
Componente que converte energia mecânica em energia hidráulica, gerando o fluxo de óleo pressurizado que alimenta o circuito. Tipos principais: pistão axial, engrenagem, palhetas. Ver Bombas hidráulicas →
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31 termos de bombas, válvulas, cilindros, sistemas, fluidos e conceitos operacionais, definidos pela equipe técnica da HiComp. Use como referência rápida ou para especificar o componente certo antes de pedir orçamento.
Componente que converte energia mecânica em energia hidráulica, gerando o fluxo de óleo pressurizado que alimenta o circuito. Tipos principais: pistão axial, engrenagem, palhetas. Ver Bombas hidráulicas →
Bomba volumétrica com pistões dispostos paralelamente (ou quase) ao eixo de acionamento, em construção de prato inclinado ou eixo inclinado. Pressões nominais típicas de 250 a 400 bar, conforme a série (ex.: Rexroth A10VSO série 31: 280 bar; A4VSO: 350 bar), com alta eficiência volumétrica. Aplicação em sistemas industriais e móveis de alta exigência. Marcas: Parker PV/P2, Rexroth A10VSO/A4VSO, Vickers PVH. Ver Bomba de pistão axial →
Bomba volumétrica de baixo custo e alta robustez, de deslocamento fixo, usada em pressões médias a altas (ex.: Rexroth AZPF: até 250 bar contínuos e 280 bar intermitentes, conforme o tamanho). Marcas: Parker PGP, Rexroth AZPF. Comum em máquinas móveis e unidades hidráulicas simples. Ver Bomba de engrenagem →
Bomba com palhetas deslizantes em um rotor que gira dentro de um anel (excêntrico nas de deslocamento variável, elíptico nas balanceadas de deslocamento fixo), com vazão silenciosa e estável. Faixa de pressão conforme a série: Vickers V20 até cerca de 172 bar (2500 psi); Denison T6/T7 de alta pressão chegam a 240–320 bar, conforme o cartucho. Aplicação principalmente em sistemas estacionários, também em máquinas móveis. Ver Bomba de palhetas →
Bomba (geralmente de deslocamento fixo) acionada por servomotor com rotação variável, que ajusta vazão e pressão conforme a demanda. Pode substituir parte do controle por válvulas proporcionais e reduz de forma relevante o consumo de energia em relação a bombas de rotação constante, especialmente em injetoras; a economia real depende do ciclo da máquina.
Componente que comuta o sentido do fluxo de óleo no circuito. Identificada por número de vias e posições (4/3 = 4 vias, 3 posições). Marcas: Parker D1VW, Rexroth 4WE, Vickers DG4V. Ver Válvulas direcionais →
Válvula com solenoide proporcional comandada por sinal elétrico contínuo (ex.: ±10 V, 0–10 V ou 4–20 mA, via eletrônica de controle), controla direção, vazão ou pressão de forma variável. Aplicação em prensas, injetoras e máquinas CNC. Ver Válvula direcional proporcional →
Válvula de controle contínuo em malha fechada, com resposta dinâmica elevada (de dezenas a centenas de Hz, conforme o modelo) e carretel/bucha com folgas de poucos micrômetros, o que a torna muito sensível à contaminação do óleo. Marcas de referência: Moog, Bosch Rexroth, Parker, Atos. Aplicação em servo-hidráulica de prensas, simuladores e máquinas-ferramenta de precisão. Ver Servo-válvula hidráulica →
Limita a pressão máxima do sistema, abrindo passagem para o tanque quando o setpoint é atingido. Proteção contra sobrepressão — verificar periodicamente o ajuste (setpoint) é boa prática de manutenção. Ver Válvula de alívio hidráulica →
Mantém pressão constante a jusante mesmo com variação a montante. Aplicação: linhas de baixa pressão dentro de sistemas de alta pressão, como pilotagem. Ver Válvula reguladora de pressão →
Atuador linear que converte pressão hidráulica em força e movimento retilíneo. Tipos: simples ação, dupla ação, telescópico, diferencial. Ver Cilindros hidráulicos →
Cilindro com duas câmaras, uma de cada lado do pistão, pressurizadas alternadamente. Trabalho controlado em avanço e retorno — o tipo mais comum em prensas e injetoras. Ver Cilindro hidráulico de dupla ação →
Cilindro multi-estágio com hastes encaixadas. Curso total grande em comprimento fechado pequeno. Aplicação: caçambas basculantes, elevadores hidráulicos. Ver Cilindro hidráulico basculante →
Atuador rotativo que converte energia hidráulica em torque e rotação contínua. Tipos: pistão (axial e radial), engrenagem, palhetas e orbital; motores orbitais e de pistão radial são os típicos de baixa rotação e alto torque (LSHT). Ver Motores hidráulicos →
Atuador que entrega rotação parcial (90°, 180°, 270°). Usado em válvulas industriais grandes, posicionamento de peças e manipuladores robóticos. Ver Atuadores hidráulicos →
Conjunto integrado de motor, bomba, reservatório, filtros, manifold e instrumentação que gera potência hidráulica para uma máquina. Também chamada de power pack. Ver Unidades hidráulicas →
Bloco metálico usinado que abriga válvulas e canalizações internas, eliminando tubulação externa. Reduz vazamentos e simplifica manutenção. Ver Reparo de bloco manifold →
Reservatório pressurizado (bexiga, pistão ou diafragma) que armazena energia e amortece picos de pressão. Aplicação em prensas com ciclo intermitente. Ver Acumulador hidráulico →
Conduto flexível com tubo interno, reforço (trança ou espiral de aço, ou reforço têxtil em alguns tipos) e cobertura externa. Especificada pela norma SAE J517 (tipos 100R1 a 100R19) ou pelas equivalentes EN/ISO, diâmetro nominal (DN) e pressão de trabalho.
Elemento que retém contaminantes do óleo. A eficiência do elemento é expressa pela razão beta (ensaio ISO 16889); o nível de limpeza resultante do óleo é medido pela ISO 4406 (ex.: 19/17/14) ou pela antiga NAS 1638. Ver Filtros hidráulicos →
Fluido que transmite energia, lubrifica componentes e dissipa calor no circuito hidráulico. Especificado por viscosidade ISO VG (32, 46, 68) e tipo (mineral, sintético, biodegradável). Ver Óleo hidráulico contaminado →
Norma internacional que classifica a limpeza do óleo hidráulico por contagem de partículas em três faixas de tamanho (4 µm, 6 µm, 14 µm). Servoválvulas costumam exigir óleo mais limpo que 17/14/11 (fabricantes como a Moog recomendam 16/13/10 ou melhor para vida longa) — siga a ficha do fabricante. Ver Óleo hidráulico contaminado →
Formação e implosão de bolhas de vapor no fluido quando a pressão local cai abaixo da pressão de vapor. Causa ruído metálico, erosão de superfícies internas (pistões, placa de distribuição, palhetas) e pode levar à falha da bomba. Ver Cavitação em bomba hidráulica →
Presença de ar em forma de bolhas (ar arrastado, não dissolvido) no óleo. Reduz o módulo de compressibilidade (bulk modulus), causa esponjosidade no acionamento, ruído e acelera a oxidação. Causas comuns: entrada de ar na linha de sucção, retorno acima do nível do óleo e nível baixo no reservatório. Ver Bomba hidráulica com barulho →
Classificação de viscosidade do óleo a 40°C em mm²/s (cSt). VG 46 é muito comum na indústria; VG 32 tende a ser usado em temperaturas de operação mais baixas e VG 68 em temperaturas mais altas — a escolha deve respeitar a faixa de viscosidade recomendada pelo fabricante da bomba.
Pressão na qual o sistema opera continuamente. Em aplicações industriais costuma ficar entre cerca de 70 e 300 bar; em máquinas móveis pesadas e transmissões hidrostáticas pode chegar a 400 bar ou mais, conforme os componentes. Diferente do ajuste da válvula de alívio.
Pressão atingida durante picos transitórios (partida/parada, choque hidráulico). Pode superar bastante a pressão de trabalho, porque a válvula de alívio não reage a transientes muito rápidos. Os componentes devem suportar a pressão de pico indicada pelo fabricante; a válvula de alívio é ajustada acima da pressão de trabalho e abaixo do limite dos componentes.
Linha de drenagem da carcaça de bombas e motores (principalmente de pistão) para o reservatório. Vazão de dreno acima da referência do fabricante, ou crescente em relação a medições anteriores, indica desgaste interno; é um sinal de diagnóstico útil.
Norma SAE J517 que classifica mangueiras hidráulicas por construção e pressão. R1/R2 = trança de aço (1 e 2 tramas), média pressão; R12/R13/R15 = alta pressão (4 ou 6 espirais de aço).
Designações da face de montagem de válvulas montadas em placa, hoje normalizada pela ISO 4401. NG6 (CETOP 3 / ISO 4401-03), NG10 (CETOP 5 / ISO 4401-05) e NG16 (CETOP 7 / ISO 4401-07) definem a posição e o diâmetro dos furos de óleo e dos parafusos de fixação; NG é o tamanho nominal.
Transmissão em circuito fechado bomba-motor em que a bomba de deslocamento variável controla velocidade e sentido do motor sem válvulas de controle de fluxo no circuito principal (há apenas válvulas de alívio, carga e auxiliares). Aplicação em máquinas móveis (ex.: Danfoss série 90, antiga Sauer-Danfoss; Rexroth A4VG), com boa eficiência energética.
Para aplicar estes conceitos em números, use as calculadoras hidráulicas gratuitas: força de cilindro, conversor de pressão (bar/psi), potência hidráulica e velocidade de cilindro, com fórmula e exemplo resolvido.
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